Sejam bem vindos ao meu
blogger.
Desejo que este
ambiente seja divertido.
Histórias, notícias,
informações de diversas áreas, dia a dia, criatividade, serão partes dele a
partir de agora. E para começar, presenteio-vos com um pequenino desabafo!
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Fonte da Imagem: Revista Superinteressante
ALGUÉM
JÁ RECEBEU UM MORTAL DE UM MOSQUITO?
Mosquitos são um
bicho muito interessante. Gostam de preto, zumbir no pé do ouvido da pessoa e
além de tudo dar mortal! Pois é. Alguém já recebeu um mortal de um mosquito!? Pense
na delícia. De contar, porque de receber não é nada agradável.
Certa vez, estava
eu me alimentando de um pequenino café junto com um singelo beju, quando de
repente, um mosquito marcou carreira, preparou o velocímetro, e danou-se em
direção ao buraco da minha venta. Na hora, eu não sabia se ria ou se
chorava, entretanto, inevitavelmente a coceira em minhas narinas durou por
horas. Ai, ai... bendito mosquito.
Então, em noites
solitárias, não tendo mais nada o que fazer, dona mosquitinha resolve, angustiada
com o marido, confabular comigo e reclamar da vida exatamente na hora em que eu
resolvo ir para os braços de Morfeu. Gente, Morfeu me aguardava de braços
abertos, juro!!! Mas a dona mosquitinha não parava de falar, falar e falar. Já imaginou
na angústia da coitada? Se algum gênio não tivesse inventado um instrumento de
silêncio chamado raquete, não sei se eu iria me encontrar com Morfeu.
Além disso, minhas
noites tem sido frias, e sabem por quê? Por causa do ventilador que ligo no
máximo, para não precisar receber nenhum carinho noturno. Esses carinhos são
mais que especiais, pois deixam marcas na alma, e não apenas na pele. Alguns
dizem que é a química dos mosquitos e, nós, humanos que nos deixam assim tão
próximos um do outro, mas cá pra nós... que química!!! Não sei se estou afim de
ter contato com esses bichinhos carinhosos e persistentes. Até o baygon, o sbp,
a citronela e o aparelhinho juntos não estão dando conta do recado.
Beliscada daqui,
beliscada de lá, é pé, é dedo, é entrededo, é orelha, é pela calça, é pela
camisa, é por dentro dos óculos, enfim, o importante é o contato físico. Até marcada
de tapa meu eu estou. Chega!!!! Não os quero mais, vou pô-los num saco e mandar
para a casa de vocês! Fim.

Tá na hora de escrever um livro viu moça! Amei esse texto. Quanta criatividade na vida passageira de um mosquito em uma casa rsrsrrsrs
ResponderExcluirJadielson, obrigada pelo carinho. Segui seu conselho, já tem vários livros publicados. Por enquanto, todos são digitais e a maioria infantis. Três deles (Sae Daê Bruaca, o pá é meu!) é uma série que fala sobre como o país se encontra, e como podemos ajudar a fazer com que as desigualdade diminui. Por enquanto, a primeira temporada dele é estilo romance, mas já recebi diversos comentários de leitores que gostaram muito. Convido-te a ir lê-los.
Excluirhttps://a.co/d/gFYSriq - Este é o link de um dos livrinhos infantis.
Aqui, falo de um dos problemas sociais que está acontecendo em Brasília-DF. Existe até lei para normatizar isso.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirTexto ótimo Lívia. A questão é que na linguagem dos mosquitos há muitos códigos matemáticos. É uma sinfonia para poucos 🤗✌️
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